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Eu, escritor Stevan Lekitsch, Escravo da Cultura, e meus assuntos aleatórios...
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023
sexta-feira, 27 de janeiro de 2023
22: exposição com textos insinuantes de Mário de Andrade
Ainda surfando no sucesso de sua primeira exposição, “Queer Angola”, que atraiu milhares de visitantes para a página do Museu Lusófono da Diversidade Sexual, mostrando pessoas LGBTs angolanas, o museu lança sua segunda exposição virtual.
Com o sugestivo nome 22, uma alusão à Semana de Arte Moderna de 1922 que completou 100 anos, a exposição reúne 11 pinturas do artista plástico chileno Cheo González, assumidamente gay e radicado no Brasil, com 11 textos sugestivos do escritor brasileiro Mário de Andrade, um dos realizadores da semana de arte e ícone do Movimento Modernista Brasileiro.
E por que Mário de Andrade? A saber, o escritor recentemente foi “tirado do armário” ao ser divulgada uma carta que fala da sua sexualidade endereçada ao também escritor Manuel Bandeira.
Cheo González
Com pinturas dramáticas, intensas e expressivas, a exposição traz fundamentalmente rostos distorcidos, angustiados, amargurados, desesperados, com cores fortes e traços incisivos. Vivendo faz cinco anos no Brasil, Cheo já atuou como publicitário, designer, pintor e ilustrador, expondo e publicando obras no Chile, Brasil, França, Rússia, Japão, Alemanha e outros países.
Comandou equipes em projetos de design ganhando mais de 30 prêmios Colunistas e 40 prêmios Lusos, incluindo Grand Prix, Agência do Ano do Brasil, Agência do Ano no Mundo Lusófono, Melhor Revista e Agência do Ano no Colunistas, e ganhou vários prêmios internacionais por design e ilustração editorial.
Mário de Andrade
Foi um poeta, contista, cronista, romancista, musicólogo, historiador de arte, crítico e fotógrafo brasileiro, que viveu entre 1893 e 1945. Um dos fundadores do modernismo no país, criou a poesia brasileira moderna com a publicação de sua “Pauliceia Desvairada” em 1922, e é autor de clássicos como “Amar, Verbo Intransitivo” de 1927 e “Macunaíma” de 1928.
Em 2015 a Fundação Casa de Rui Barbosa disponibilizou para consulta um trecho inédito de uma carta escrita pelo próprio Mário de Andrade em 7 de abril de 1928 ao amigo Manuel Bandeira, na qual fala a respeito de sua fama de homossexual, carta esta que tem um trecho citado nesta exposição.
Exposição
Realizada pela Associação Diversa Arte e Cultura – DAC, com curadoria e expografia de Franco Reinaudo, está dentro da plataforma Google Arts & Culture, na página do Museu Lusófono da Diversidade Sexual.
O museu reúne expressões artísticas de artistas LGBTs dos 10 países e regiões que falam a Língua Portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
22 = 11 PINTURAS DE CHEO GONZÁLEZ & 11 TEXTOS MÁRIO DE ANDRADE (EXPOSIÇÃO VIRTUAL)
Link: https://artsandculture.google.com/story/cAXR-urzWS8IqA
Imagens: Cheo González.
Textos: Mário de Andrade.
Curadoria e Expografia: Franco Reinaudo.
Realização: Associação Diversa Arte e Cultura – DAC e Museu Lusófono da Diversidade Sexual.
Plataforma: Google Arts & Culture.
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
Emilinha e o Partido Alto brasileiro
De ´´O X do problema``, composto por Noel Rosa (1910-1937), até 1978, Emilinha atravessara mais uma vez, junto a um Brasil musical, quase todos os ritmos que por aqui passaram.
Suas rumbas, seus sambas, seus boleros e suas canções com versões brasileiras fizeram de Emilinha Borba uma cantora eclética e moderna tendo como resultado sua popularidade, graças a sua simpatia e aos seus ritmos contagiantes e não repetitivos.
Recomendo à vocês, um excelente compacto em vinil lançado por Emilinha no ano de 1978 pela gravadora Anhembi, contendo 4 faixas inéditas, sambas de partido alto que na década de 1970 ganhara força através de intérpretes como Clara Nunes, Beth Carvalho e Alcione, e de seus compositores como Candeia, Monarca, Paulinho da Viola e muitos outros.
Nesse vinil podemos retratar a sutileza da cantora ao interpretar letras tão sentimentais, na faixa ´´ Escola da vida``, Emilinha faz sua volta na televisão, uma nova Emilinha, mas sendo a mesma de quando começou em 1939.
Uma cirurgia plástica no nariz e outra no rosto, fizeram com que ela se apresentasse ao público com uma nova roupagem. E por falar em roupa, uma curiosidade, essa mesma roupa serviu de modelo para a cantora Edith Veiga, onde Emilinha posou na escada de sua casa para a sessão de fotografias desse disco e de outro, que breve lançaremos aqui no site.
Faixa 1: Escola da Vida (Dora Lopes/Chico Valdez)segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
“Primavera no Rio” (marcha, 1934) – Braguinha
Dono de um dos mais vastos e ricos repertórios da música brasileira, Braguinha, nascido no dia 29 de março de 1907, jamais aprendeu a tocar um instrumento musical, compondo suas músicas através de uma das formas mais antigas que existem, e que desde criança se aprende, o assovio. Compositor, cineasta, dublador, cantor, Braguinha trazia no apelido singelo e simples a expressão perfeita para sua alma de criança divertida e brincalhona.
Mesmo em canções que traziam versos um pouco mais reflexivos, nos quais explorava todo seu talento lírico, ao final Braguinha sempre optava pela alegria. Em 1934, Carmen Miranda lançou a marcha “Primavera no Rio”, uma das mais bonitas do repertório de Braguinha, regravada por Dalva de Oliveira e Emilinha Borba.
Ouça em:
Emilinha Borba cantando "Chiquita Bacana"
O rádio consagrou diversos intérpretes, compositores e ritmos brasileiros, principalmente entre as décadas de 30 e 50 do século passado, período conhecido como a Era do Rádio no Brasil.
A Rádio Senado fez uma seleção com essas músicas, incluindo Chiquita Bacana de Emilinha Borba.
Ouça as músicas e a Emilinha no link abaixo:
Nosso livro no site Rota Cult
A cantora de rádio, que foi considerada uma das mais populares intérpretes do século XX no Brasil, ganha biografia autorizada sobre Emilinha Borba, escrita pela historiadora Ângela Cristina Ferreira.
“Emilinha Borba – Eternamente Rainha” é uma biografia devidamente autorizada pela rainha do rádio, que em 2022, completaria 99 anos se ainda fosse viva. Emilinha Borba faleceu em 2005, aos 82 anos.Leia a matéria completa em: https://rotacult.com.br/2022/09/emilinha-borba-ganha-biografia-autorizada/
Da Era de Ouro aos podcasts
A estátua do Cristo Redentor ainda nem existia quando uma emissora instalada no morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, fez a primeira transmissão de rádio da história do País.
Na década de 1930 a tecnologia espalhou-se pelo País, levando à criação de emissoras em Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Com a disseminação cada vez maior dos aparelhos, teve início a “Era de Ouro”, marcada pelo sucesso de intérpretes como Ary Barroso, Lamartine Babo, Orlando Silva, Marlene e Emilinha Borba, entre tantos outros.
Leia mais em: https://istoe.com.br/o-radio-faz-100-anos/
CINEMAS: Cine Regina (1959 - 1980)
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