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domingo, 31 de maio de 2026

TELA BRASIL: O Streaming do Audiovisual Brasileiro GRATUITO!!!

TELA BRASIL: O Streaming do Audiovisual Brasileiro GRATUITO!!!

A plataforma Tela Brasil, o serviço de streaming público e gratuito lançado pelo Governo Federal (desenvolvido pelo Ministério da Cultura em parceria com a Universidade Federal de Alagoas), estreou com um catálogo inicial de 555 obras audiovisuais brasileiras.

Como a lista completa é imensa e rotativa, englobando 139 longas-metragens, 267 curtas, 85 médias-metragens e 64 séries, o catálogo foi dividido por mostras temáticas. Abaixo estão os principais destaques, clássicos e produções premiadas que lideram o catálogo:

🎥 Filmes Históricos e Indicados ao Oscar

Uma das principais mostras da plataforma reúne dezenove produções que já representaram o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar:

  • O Que É Isso, Companheiro? (1997) – Dirigido por Bruno Barreto, baseado no sequestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick.

  • O Menino e o Mundo (2013) – Aclamada animação de Alê Abreu que concorreu ao Oscar de Melhor Animação.

  • Lixo Extraordinário (2010) – Documentário indicado ao Oscar sobre o trabalho do artista plástico Vik Muniz no Jardim Gramacho.

  • O Sal da Terra (2014) – Documentário sobre a trajetória do fotógrafo Sebastião Salgado.

  • Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964) – Obra-prima do Cinema Novo dirigida por Glauber Rocha.

  • Pra Quem Fica, Tchau (1971) – Comédia dramática dirigida por Reginaldo Faria.

  • O Cangaceiro (1953) – Clássico de Lima Barreto premiado no Festival de Cannes.

  • Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976) – Adaptação icônica da obra de Jorge Amado dirigida por Bruno Barreto.

🎬 Cinema Contemporâneo e Grandes Sucessos

Produções marcantes das últimas décadas que se destacam pela força narrativa e apelo de público ou crítica:

  • Carandiru (2003) – Sucesso de Hector Babenco adaptado da obra de Drauzio Varella.

  • A Hora da Estrela (1985) – A premiada adaptação de Suzana Amaral para o romance de Clarice Lispector.

  • Cinema, Aspirinas e Urubus (2005) – Premiado drama de estrada no sertão nordestino dirigido por Marcelo Gomes.

  • As Duas Irenes (2017) – Sensível drama do goiano Fábio Meira sobre segredos de família no interior do Brasil.

  • Divinas Divas (2016) – Documentário dirigido por Leandra Leal sobre a primeira geração de artistas travestis do Brasil nos anos 1960.

  • A Noite do Espantalho (1974) – Clássico musical nordestino dirigido por Sérgio Ricardo, com trilha e atuações de Alceu Valença e Geraldo Azevedo.

🎞️ Produções Independentes e Curtas-Metragens

O catálogo traz títulos elogiados no circuito independente e em festivais de cinema nacionais e internacionais:

  • My Name is Now, Elza Soares – Documentário focado na trajetória e na força da cantora Elza Soares.

  • Inabitável (2020) – Curta-metragem premiado em Gramado que aborda a busca de uma mãe por sua filha trans desaparecida.

  • A Mulher de Luz Própria – Documentário sobre a trajetória pioneira da cineasta Helena Ignez.

  • O Mergulho

  • 40 Quadra

Como acessar: Todo o catálogo está disponível de forma gratuita. Para assistir, basta acessar o site oficial da plataforma utilizando as credenciais de sua conta unificada Gov.br.

Site: https://telabrasil.cultura.gov.br/

sábado, 30 de novembro de 2024

SENNA: O primor da série brasileira da Netflix!

Ontem tive a honra, o prazer e a emoção de assistir aos 6 episódios (sim, assisti numa enfiada só) da série Senna, produzida pela Netflix. Que montanha-russa! 

Chorei, sofri, torci, tudo de novo. Afinal, é a reconstituição da história de um ídolo brasileiro (e internacional) que acompanhei, não exatamente desde o iníco, pois eu era muito pequeno, mas, pelo menos desde a sua ida Lotus, até o seu falecimento.

Eu tinha uma miniatura do carro da Lotus, o famoso carro preto escrito John Player Special em dourado, em ferro, pois quase não se faziam carros de plástico naquela época, ano de 1985, quando eu tinha apenas 13 anos de idade. Lembro que aquela miniatura me acompanhou por muito tempo, tanto pelo gosto quanto pela resistência.

No dia de sua morte, eu já com 22 anos de idade, já no penúltimo ano da Faculdade de Cinema na FAAP, feriado mundial do 1o. de Maio, coincidentemente um Domingo, em que todos estavam em casa, e, claro, assistindo a corrida do Senna, que o Brasil inteiro parava para assistir. Ficou uma sensação de tempo parado. Uma coisa do tipo, volta a fita, que não é verdade. Volta pra antes da batida. Não pode ser verdade. Mas era. Ayrton partiu.

Eu, atualmente morando em Lisboa, Portugal, sentia sempre um aperto no coração cada vez que descia no Aeroporto Humberto Delgado, e via, onde ficou por muitos anos na parede que dá acesso ao portão de Desembarque, uma foto de Ayrton Senna em preto e branco, usando um relógio Tag Heuer, numa propaganda da marca, da qual ele era embaixador. Creio que a foto ficou no aeroporto até pouco tempo atrás.

Passados 30 anos, surge essa série, maravilhosa, em questões técnicas, reconstituições, atuações, em tudo. Tive a honra de conhecer Caio e Fabiano Gullane, os produtores da série, na mesma FAAP, quando eu estava no primeiro ano do curso de Cinema, e eles já no último. Cheguei a participar de algumas reuniões (os alunos novatos eram convidados) sobre o trabalho de TCC deles. E agora vejo esse primor de trabalho executado pela Gullane Entretenimento, Filmes, Produções. 

Produtora essa que já nos brindou com pérolas do nosso Cinema Nacional, como Carandiru (2003), que consta no meu livro "Cine Arco-Íris: 100 anos de Cinema LGBT nas Telas Brasileiras", Bicho de Sete Cabeças (2000), entre outros. Realmente, consegue se ver a evolução deles e da produtora por esses 30 anos, para que chegassem nesse primor que é a série Senna.

Ressalto aqui o cuidado técnico, a qualidade das imagens, dos efeitos, das reconstituições e, principalmente, o que mais me chamou a atenção, que sempre foi um calcanhar de Aquiles do nosso Cinema, a qualidade sonora. Assisti a série com fones de ouvido, e a sensação das corridas, o barulho dos motores, dos pedais, das acelerações, é insuperável! Cheguei a suar em determinadas sequências.

Sem falar no soluço de emoção na hora em que é tocada o "Tema da Vitória", música que ficou eternizada pelas vitórias de Senna, e que a produção da série guarda para um momento específico de forma genial! Não dá pra não chorar!

Gabriel Leone, que acompanho desde a minissérie "Verdades Secretas" (2015), uma das melhores séries que a Globo já fez, e segui acompanhando na novela "Velho Chico" (2016), outra obra-prima da empresa, em outra minissérie icônica "Os Dias Eram Assim" (2017), mais recentemente na excelente série Dom (2021 a 2024), onde ele está estarrecedor, saindo da zona de conforto de fazer mocinhos, e interpretando um dos mais memoráveis bandidos do Brasil (também comentado neste blog), e, por fim, agora nessa obra primorosa chamada Senna, onde ele incorpora o nosso ídolo Ayrton.

Apesar de eu ter sido próximo de alguns familiares do mesmo, mais especificamente uma prima sua, nunca tive o privilégio de conhecer Senna pessoalmente. Mas, via-o semanalmente na televisão nas corridas, nas entrevistas pré e pós, e nas demais aparições que fazia pela TV brasileira. Em certos momentos, a atuação de Gabriel é tão incrível que o desassociei do Senna, vendo a mesma pessoa.

Destaque também para os pais de Ayrton na série, Susana Ribeiro como a mãe de Senna; e o excelente Marco Ricca, como o pai de Senna; Matt Mella, ator francês que ficou estarrecedoramente idêntico ao piloto Alain Prost, o rival histórico de Senna; e a atriz, também gaúcha, Pâmela Tomé, que ficou igualmente idêntica a Xuxa Meneghel da época. Eu esqueci que eram atores, e revi cenas da época.

Só mais um link com o mundo automobilístico: tenho um irmão (por parte de pai) chamado Nicholas Andreas, em homenagem ao Niki Lauda, que se chamava por extenso Andreas Nikolaus Lauda.

Enfim, que prazer e orgulho poder assistir um produto brasileiro e de tão alta qualidade. Recomendo VIVAMENTE que assistam a série! Ah! E, depois de assistirem, assistam também ao episódio de "Making of", que mostra como a série foi feita. Dá mais orgulho ainda! E podia até ser um pouco mais longo... 

PS: segundo a Netflix mundial, na primeira semana 3 milhões de pessoas assistiram a série no mundo todo.

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

PRIME VIDEO: Silvero Pereira tá merecendo Oscar!

Silvero Pereira, ator protagonista do filme "Maníaco do Parque" que consta a história de Fraicsco de Assis Pereira, o homem que assassinou uma dezena de mulheres no Parque do Estado, em São Paulo (SP) no final da década de 90, está mrecendo um Óscar.

Na pele do assassino, aquele que já acostumamos a ver em papéis divertidos, engraçados, atuando até como drag queen em algumas vezes na TV, está irreconhecível e irreparável no papel deste filme produzido pela Amazon e lançado hoje pela Prime Vídeo. Mais uma obra prima do Cinema Brasileiro. Assistam! 

Com Marco Pigossi, Bruno Garcia, Christian Malheiros, e Giovana Grigio.

Assista em: https://www.primevideo.com/detail/0HTGB6U79HCNR5SMMO09AA37I7/

quinta-feira, 17 de outubro de 2024

MONSTERS: Ed Gein é o assassino da 3a. Temporada!


Ryan Murphy, criador de “Monster” e “American Horror Stories”, “Scream Queens”, já escolheu o seu próximo assassino. E agora descobrem-se mais nomes do elenco. 

Ryan Murphy é um dos grandes nomes do género do terror no streaming, com obras como “American Horror Stories” e “Monsters”. “Monsters” tem sido um enorme sucesso na Netflix com uma terceira temporada já em desenvolvimento, sendo esta baseada nos crimes de Ed Gein.

Agora conhecem-se alguns dos nomes que farão parte desta nova temporada, com Charlie Hunnam, Laurie Metcalf, Tom Hollander e Olivia Williams.

“Monsters” foca nas histórias de notórios assassinos, estando disponível na Netflix, onde a primeira temporada contou a história de Jeffrey Dahmer (interpretado na série por Evan Peters), um assassino em série acusado de ter morto e desmembrado 17 vítimas masculinas.

Já a segunda temporada, esta mais recente e continua no top 5 de séries mais vistas da Netflix, conta a história dos irmãos Menendez, que mataram os seus pais após anos de abuso.

“Monsters” já foi renovada para uma terceira temporada do qual já se conhece o seu novo monstro: Ed Gein. Gein foi um assassino em série e ladrão de cemitério que exumava corpos e fazia souvenirs dos seus ossos e pele.

Também já se sabe quem irá dar vida a Gein, tendo sido Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”, “The Gentlemen: Senhores do Crime”) o escolhido. Mais alguns nomes que farão parte do elenco também foram recentemente divulgados, com a chegada de Laurie Metcalf (“Lady Bird”, “The Big Bang Theory”), Tom Hollander (“Feud”, “The White Lotus”) e Olivia Williams (“The Crown”, “Dune: Prophecy”).

Metcalf irá interpretar a mãe de Gein, Augusta. Já Hollander irá interpretar um dos maiores realizadores do género de terror de sempre, Alfred Hitchcock. Mas porquê? Porque na sua maior obra, “Psicose (1960)”, Hitchcock inspirou-se em Gein na criação da personagem Norman Bates. E Williams dará vida à esposa de Hitchcock, Alma Reville.

Isto leva-nos a pensar que esta temporada de “Monsters” vai seguir um caminho diferente do das temporadas anteriores, nas quais conhecemos os assassinos e vemos como estes cometeram os seus crimes, até ao seu julgamento. Mas neste caso parece que iremos ver como os crimes de Gein influenciaram e inspiraram grandes obras de terror. 

Vai querer ver esta nova temporada? Acho que sim! 

sexta-feira, 15 de dezembro de 2023

Netflix: 100 bilhões de horas assistidas

Trata-se de um grande "planilhão", com mais de 18 mil títulos que foram vistos por no mínimo 50 mil horas - o que representa 99% das visualizações do serviço, de acordo com a empresa. 

No total, os dados compreendem 100 bilhões de horas assistidas. Não há uma auditoria externa. Para a imprensa, os executivos comentaram que essa é a métrica mais importante para eles, pois mede o engajamento (ou seja, o tempo que o assinante passa "grudado" na tela).

A lista mostra também a força do conteúdo em outras línguas: além de "A Lição", o top 10 da planilha traz "A Rainha do Tráfico", filmada em espanhol. Segundo a companhia, produções em língua não-inglesa geraram 30% das visualizações. Outra curiosidade é que 45% do que é produzido em inglês é acompanhado com legendas ou dublagem.

Veja mais em https://www.uol.com.br/splash/colunas/na-sua-tela/2023/12/15/netflix-desconfianca-transparencia-audiencia.htm?cmpid=copiaecola

sábado, 10 de setembro de 2022

Sony Music disponibiliza álbuns de cantores da "Era do Rádio"

A cantora Emilinha Borba (1923-2005) | Foto: Sony Music / The Music Journal
A cantora Emilinha Borba (1923-2005) |
Foto: Sony Music / The Music Journal

Há 100 anos, no dia 7 de setembro de 1922, ocorreu a primeira transmissão radiofônica oficial do Brasil. Em meio às comemorações do centenário da independência do país, foi montada uma "exposição internacional", com pavilhões de vários países.

No estande dos Estados Unidos foi transmitido por alto-falantes um discurso meio difuso do então presidente Epitácio Pessoa (1865-1942), que poucos entenderam devido ao burburinho do evento, e fora dali, o mesmo também foi ouvido precariamente nas cidades de Niterói e Petrópolis, no estado do Rio, e na cidade de São Paulo.

O que se deu a partir daí foi um desenvolvimento gradual de nosso primeiro grande veículo de comunicação de massa. É justamente esta efeméride que o marketing estratégico da gravadora Sony Music Brasil homenageia agora na serie Vozes do Rádio.

Saiba mais em: https://www.terra.com.br/diversao/musica/sony-music-disponibiliza-100-albuns-de-cantores-da-era-do-radio-em-streaming,f314b7b963550a85cbf11fe5a77320d34wdbb6vw.html?fbclid=IwAR0w52mxns2cJfBaeRr4BM4fyLapHm4rthfk6cW2-tJE0-1PGWO5gdB1OcM

TELA BRASIL: O Streaming do Audiovisual Brasileiro GRATUITO!!!

A plataforma Tela Brasil , o serviço de streaming público e gratuito lançado pelo Governo Federal (desenvolvido pelo Ministério da Cultura e...