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terça-feira, 10 de março de 2026

VÍDEOCAST: Estúdio 50tão Visa Público 50+

PODCAST: Estúdio 50tão Visa Público 50+
No último dia 09 de março, data em que o apresentador Alberto G. Martins completou 50 anos, estreou o Estúdio 50tão, novo videocast dedicado a conversas e conteúdos para pessoas com 50 anos ou mais

Com 26 episódios semanais na primeira temporada, o programa estará disponível no YouTube e no Spotify, com entrevistas e debates voltados a decisões práticas e reflexões de vida em uma fase marcada por transições importantes e novos projetos.

Ao longo da temporada de estreia, com direção de Taís Nicolino, o Estúdio 50tão organiza suas pautas em sete temas principais — autoconhecimento, carreira, finanças, saúde, estilo de vida, relacionamento e legado — reunindo convidados e especialistas para um espaço contínuo de discussões, histórias reais e dicas aplicáveis ao dia a dia. 

Entre os entrevistados já confirmados estão o filósofo Renato Noguera, a diretora médica do Kurotel — spa médico pioneiro em medicina integrativa no Brasil — Dra. Mariela Silveira, a jornalista especializada em cinema Renata Boldrini, a atriz e cantora Rita Cadillac, o maquiador e ex-BBB Dicesar dos Santos, o criador do perfil Personal dos Avós Nikolas Nascimento, o blogueiro de viagens Ricardo Freire e os fotógrafos Lufe Gomes e Ike Levy.

“O Estúdio 50tão é o ateliê da vida sem prazo de validade, inspirado no planejamento da vida de milhões de cinquentões e cinquentonas, eu inclusive. Com ele, quero recalcular rotas, fazer novos planejamentos e inspirar pessoas a cuidar da velhice desde já. Afinal, sempre é tempo de criar hábitos e incorporar as dicas de quem já vive essa fase com consciência e energia”, afirma Alberto G. Martins.

Um videocast que nasce no centro de uma virada demográfica

A estreia do Estúdio 50tão acompanha uma transformação já mensurável no Brasil. De acordo com o IBGE — Projeções da População (Revisão 2024)*, o país tinha 60.702.511 pessoas com 50 anos ou mais em 2022 (29,9% da população). Para 2030, a projeção é de 70.756.682 pessoas 50+, chegando a 32,9% do total — cerca de um terço da população brasileira.

Nesse intervalo, o grupo 50+ cresce em mais de 10 milhões de pessoas (+16,6%), reforçando o tamanho e a relevância de uma audiência que influencia escolhas familiares, hábitos de consumo e decisões de longo prazo. 

Ao se posicionar como uma conversa semanal, com foco editorial claro e linguagem direta, o Estúdio 50tão busca preencher um espaço ainda pouco ocupado por canais consistentes voltados à maturidade — a partir da vivência do apresentador e do repertório dos convidados.

Quem faz o Estúdio 50tão

Alberto G. Martins é Diretor Geral da B4Tcomm, agência que lidera há 18 anos. Atua em comunicação, relações públicas e assessoria de imprensa e, nos últimos cinco anos, também trabalha como produtor de conteúdo para redes sociais, conectando estratégia, narrativa e presença digital. Agora, produz e apresenta seu videocast autoral, o Estúdio 50tão, dedicado a conversas e conteúdos sobre a vida a partir dos 50 — fase que vive na pele.

Ao seu lado está Taís Nicolino, diretora de produção de TV, cinema e publicidade. Taís acumula trabalhos para C&ASPFWDM9Michelin e Fiat, além de produções para GloboNewsUniversal ChannelMultishowGNTTV BrasilUOL e outros. No currículo, soma experiência em programas como DecoraSaia Justa e Samba na Gamboa

Ao longo da carreira, atua em gestão de projetos de entretenimento, eventos, produto e conteúdo, e participou da direção em projetos como o clipe de Marisa Monte para o Latin Grammy Award e o filme “Domingo à Noite”. No Estúdio 50tão, Nicolino assina a direção do projeto, garantindo unidade narrativa, consistência e qualidade em cada episódio.

A primeira temporada do Estúdio 50tão tem apoio do Grupo R1, do Sheraton São Paulo WTC Hotel e da Shift Mobilidade.

Serviço

Videocast: Estúdio 50tão
Estreia: 09 de março de 2026
Plataformas: YouTube e Spotify
Temporada 1: 26 episódios, com novos episódios toda segunda-feira
Apoio: Grupo R1, Sheraton São Paulo WTC Hotel e Shift Mobilidade
@estudio50tao no Instagram, Facebook, X e Threads
@estudio50tao.podcast no TikTok



 *Notas de fonte

Dados demográficos: IBGE — Projeções da População (Revisão 2024).
Método: soma dos grupos quinquenais de 50–54, 55–59 e 60+ na planilha “População por sexo e grupos quinquenais (2000–2070)” e cálculo da participação (%) sobre o total do mesmo ano.

quinta-feira, 4 de julho de 2024

50+: Saiba mais sobre a Economia Prateada

São os nascidos muito antes de a internet virar rotina, mas já adaptados ao ambiente digital e com estabilidade financeira para consumir. 

Estamos falando dos integrantes da economia prateada — pessoas acima de 50 anos. É um público com potencial de consumo bilionário, mas que vem desafiando marcas e varejistas com comportamentos diferente de tudo o que elas já viram. 

Afinal, quais são as principais características desse grupo? E como é possível se comunicar e conquistar os clientes dessa geração? O LinkedIn Notícias foi atrás de profissionais para responder essas questões.

A economia prateada e a falta de marcas

"Uma miopia mercadológica". É assim que a pesquisadora e empreendedora Layla Vallias define o estágio atual das marcas brasileiras quando se trata do relacionamento com consumidores acima de 50 anos. "A maioria ainda não entende esse assunto. As marcas ouvem falar, mas não aprofundam no conhecimento", diz Vallias, que é cofundadora da Data8, instituto pioneiro em economia da longevidade no Brasil. 

Essa falta de entendimento é sentida pelos consumidores. Quatro em cada dez integrantes da economia prateada reclamam da ausência de produtos e serviços adequados para suas necessidades, segundo o Data8. Isso em um público que movimenta R$ 2 trilhões ao ano no Brasil.

Quando tentam dialogar com esse consumidor, muitas empresas ainda pensam e desenvolvem produtos com base em um estereótipo: o de uma pessoa aposentada, frágil e preocupada com questões de saúde. Especialistas alertam que é preciso ir muito além disso. 

"A expectativa de vida mudou muito nas últimas décadas e estamos vivendo um período de transição, no qual ainda se tenta entender quem são os brasileiros que estão vivendo seus 60, 70 e 80 anos. O que não dá mais é para fazer uma associação de terceira idade com declínio, isso não é verdade", defende Vallias.

Para se comunicar com esse público, marcas precisam evitar tanto esteriótipos quanto rótulos como "terceira idade" ou "melhor idade". Mais do que produtos e serviços "exclusivos", esse público demanda propostas "inclusivas".


Texto de: Letícia Toledo - https://www.linkedin.com/in/leticiaotoledo/

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