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domingo, 5 de abril de 2026

LIVROS: O "Pedágio Literário" da Lan House!

LIVROS: O "Pedágio Literário" da Lan House!
Em um cenário onde as telas costumam ser vistas como rivais dos livros, William Santos decidiu provar que elas poderiam ser as melhores aliadas. 

Quando abriu a WD Games (https://www.instagram.com/wd_gamehouse/), sua pequena lan house, ele não tinha apenas o objetivo de oferecer conexão de alta velocidade ou os jogos mais recentes; ele queria conectar mundos diferentes.

A proposta de William era tão simples quanto revolucionária: para cada 20 minutos de jogo, o cliente "pagava" com 10 minutos de leitura.


O Início da WD Games

William percebeu cedo que muitos jovens da comunidade passavam horas mergulhados em mundos virtuais, mas raramente abriam um livro por vontade própria. Em vez de lutar contra o fluxo da tecnologia, ele a usou como moeda de troca.

Ele montou uma estante logo na entrada, preenchida com títulos que iam de quadrinhos e mangás a clássicos da literatura e livros de curiosidades. 

A regra era clara: o cronômetro do computador só começava a rodar após o "pedágio literário".

Como Funcionava o Sistema

  1. A Escolha: O jogador chegava e escolhia uma obra da estante.

  2. O Mergulho: Durante 10 minutos, o silêncio imperava. William acompanhava o tempo, incentivando a concentração.

  3. A Recompensa: Cumprido o tempo de leitura, o jogador ganhava seus 20 minutos de crédito para o Counter-Strike, League of Legends ou qualquer outra aventura digital.


O Impacto na Comunidade

No começo, houve resistência. Alguns reclamavam, querendo ir direto para o teclado. 

Porém, William tinha o dom da curadoria: ele sugeria livros que tinham a mesma energia dos jogos. 

Quem gostava de estratégia, recebia livros sobre táticas militares; quem jogava RPG, era apresentado a O Senhor dos Anéis.

Com o passar dos meses, algo mágico aconteceu na WD Games:

  • Curiosidade Despertada: Jovens começaram a chegar mais cedo para terminar capítulos de livros que haviam começado no dia anterior.

  • Melhora Escolar: Pais e professores notaram que a interpretação de texto e o vocabulário daqueles frequentadores haviam dado um salto.

  • Ambiente Híbrido: A lan house deixou de ser apenas um local de barulho de tiros virtuais e cliques de mouse; tornou-se um refúgio de conhecimento.


O Legado de William

William e sua WD Games mostraram que a educação não precisa ser um fardo e que a tecnologia não é um inimigo da cultura. Ele transformou o "tempo de tela" em um incentivo para o crescimento intelectual.

Hoje, a história de William é lembrada como um exemplo de empreendedorismo social. 

Ele não vendeu apenas horas de internet; ele cultivou o hábito da leitura em uma geração que, de outra forma, talvez nunca tivesse descoberto o prazer de se perder entre páginas antes de se encontrar nos pixels.

"Na WD Games, o jogo termina, mas o conhecimento que você adquire entre uma partida e outra fica salvo para sempre.", frase de William.

Atualmente o Instagram da WD Games possui mais de 330 mil seguidores, e seu exemplo é citado, e, esperamos que, copiado, pelo Brasil todo e, quem sabe, pelo mundo. 

Linktree da WD Games: https://linktr.ee/wdgames

Texto gerado parcialmente por IA (Gemini) com inclusões do autor desse blog. Imagem gerada por IA (Gemini) a partir de instruções do autor deste blog.

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

MUSEU: Nintendo cria o seu no Japão

Muitos de nós, de uma certa idade, ainda nos lembramos da primeira vez que pegamos um controle do Nintendo Entertainment System, o que rapidamente nos fez mergulhar nos mundos coloridos de Super Mario, Zelda e Donkey Kong.

Se esses jogos tiveram um papel importante na sua infância, o tão aguardado novo Museu da Nintendo no Japão é uma visita obrigatória.

Aberto ao público em 2 de outubro de 2024, o espaço interativo fica no antigo complexo fabril da empresa de videogames em Uji, cerca de uma hora ao sul da cidade de Kyoto.

Distribuído por três edifícios principais, o Museu da Nintendo leva os visitantes pelos 135 anos de história da empresa com uma exposição que inclui consoles e protótipos raros, jogos interativos, experiências e até mesmo um restaurante temático de hambúrgueres.

Embora os visitantes do museu não possam pular e socar "blocos de perguntas" como Mario (mas eles já podem fazer isso no Parque Temático Super Nintendo World, nas proximidades de Osaka), eles terão acesso a uma riqueza de informações que oferecem insights sobre a mente do gênio da Nintendo, Shigeru Miyamoto, também conhecido como o pai do Super Mario.

A gigantesca empresa de videogames foi fundada em 1889 como uma fabricante de cartas de baralho que produzia hanafuda, que significa “cartas de flores” em inglês. Uma seção do museu chamada “Craft and Play” é dedicada a essas origens humildes e apresenta uma sala hanafuda onde os visitantes aprendem a jogar o tradicional jogo de cartas com a ajuda da tecnologia e podem participar de uma oficina para criar suas próprias cartas de flores.

Mas a principal atração do museu é a área “Discover”: um salão enorme com exibições de quase todos os produtos já lançados pela empresa, incluindo dispositivos raros de edição limitada e protótipos que não deram certo.

Outro destaque do edifício Discover é a coleção de oito jogos interativos especiais – cada um representando uma criação icônica na história dos jogos da empresa.

Enquanto isso, o “Big Controller” permite que os jogadores colaborem e joguem jogos clássicos da Nintendo, como o nome sugere, em controles grandes projetados para se parecerem com os originais de consoles como Wii e Famicom.

Entre os minijogos oferecidos estão um jogo de tiro a laser chamado “Zapper & Scope”, uma referência ao sistema de tiro com pistola de luz da empresa desenvolvido em 1973, e “Love Tester”, lançado pela primeira vez em 1969.

Os visitantes do museu recebem 10 moedas digitais que podem usar para jogar, mas fique atento: não é possível comprar moedas adicionais, então os jogadores precisarão criar estratégias e escolher com sabedoria.

Apesar de sua discreta fachada cinza, o museu é repleto de detalhes lúdicos que são exclusivamente da Nintendo, desde os múltiplos kinopio (sapos) que cantam quando suas cabeças são tocadas até os armários que lembram fitas de Gameboy.

O café do museu, o Hatena Burger, apresenta decoração temática da Nintendo, enquanto a loja vende souvenirs, como almofadas para controles gigantes, chaveiros e Hanafuda.

Pronto para visitar? É aqui que as coisas ficam complicadas. Não dá para simplesmente aparecer na porta e comprar um ingresso.

Os visitantes precisam ir ao site do museu e se inscrever para um sorteio com pelo menos três meses de antecedência. Isso significa que os viajantes agora podem entrar em um sorteio para obter ingressos para visitar não antes de janeiro, e podem selecionar até três datas e horários preferidos.

Os vencedores são anunciados dois meses antes da data programada para a visita e os ingressos devem ser comprados imediatamente.

Aqueles que não conseguirem se inscrever com antecedência também podem tentar a sorte no calendário do site do museu e procurar por ingressos que foram perdidos ou adicionados posteriormente.

Os ingressos custam 3.300 ienes (US$ 23) por adulto e 2.200 ienes (US$ 15) por criança. Algumas partes da exposição cobram taxas de entrada adicionais.


Imagem: Richard A. Brooks/AFP/Getty Images.

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